viúva,
tô querendo me casar
Um cabra putanhudo,
bom pra trabalhar
Que seja carinhoso
e não me chame de sujeita
O resto a gente ajeita,
o resto a gente ajeita
Ai, ai, ai, me arrasta a caboquinho
Depois do arrasta -pé,
nós queima o pé no caminho
Ai, ai, ai, me arrasta a caboquinho
Depois do arrasta -pé,
nós queima o pé no caminho
É, está aí, menina boba
que volta a cantar as músicas
brejeiras do meu nordeste
Obrigado, menina!
De nada, meu grande Luís Gonzaga,
a festa é todinha nossa!
Quem pediu a minha mão
foi o Zé de Cearraqué
Eu botei umas condição
que eu nem sei se o Zé Caqué
Mas gente mora longe,
pois sua mãe não é direita
O resto a gente ajeita,
o resto a gente ajeita
Ai, ai, ai, me arrasta a caboquinho
Depois do arrasta -pé
nós queimo o pé no caminho
Ai, ai, ai, me arrasta a caboquinho
Depois do arrasta -pé nóis,
queima o pé no caninho
Ei, menininha!
Oi, Lula!
Cuidado que esse forró de
pé seca é minato
Pistoleiro por aí,
Tem nada não, Lula, o a gente agita
Na doce
Vamos agora, menina
Convidei o pistoleiro da
Serra do Quincuncá
O caberá zanou,
ignorante, sarará
Falou que era metade pra
fazer essa empeleita
O resto arreta, arreita,
o resto arreta, arreita
Ai, ai, ai, me arrasta a caboclinho
Depois me arrasta a perna,
queima o pé no caminho
Ai, ai, ai, me arrasta a caboclinho
Depois me arrasta a perna,
queima o pé no caminho
Ai, ai, ai, me arrasta a caboclinho
Depois me arrasta a perna,
queima o pé no caminho
Ai, ai, me arrasta o caboclinho,
depois arrasta a perna
que não pergunta a mim
Ai, ai, ai, me arrasta o caboclinho,
depois arrasta a perna que não pergunta a